30 novembro, 2005


E o circo tá esvaziando...

Peguei mais um palhaço! Peguei mais um palhaço! : )
E esse mereceu, colegas... Ô se mereceu!

29 novembro, 2005

Estou naquele(S) dia(S)...

Não, não é o que você pensou, cara pálida! Quem dera...
Sabe aquele dia em que você tem certeza absoluta de que TUDO de estranho já aconteceu e que a única solução é ir dormir pra ver se pára de vez?

Bizarrice número 1

Praticamente assinei uma declaração. Sem comentários adicionais. Pelo menos até quinta-feira, ok?

Bizarrice número 2

Quatro da tarde. Pego o Ônibus do Terror pra ir para a faculdade. Solzão, calorzão... No banco que escolhi para sentar, um dos lugares pegava sol e no outro, não. Escolho o banco onde pega sol, apenas para sintetizar a vitamina D no sol de 43°, sabe? Nisso, uma velhinha levanta do banco láááá da frente e senta ao meu lado, no banco onde não pega sol. Passados alguns minutos, ela fala: “Saí de lá por causa do sol, mas se eu ficar aqui, quem vai ficar no sol é tu...” E pimba, levantou. Nem adiantou eu dizer que não me importava, eu QUERIA ficar no sol de 43°! Nada. Lá foi ela, bem contente, catar outra sombra. Moral da história: Fiquei no sol, mas morrendo de remorso.

Bizarrice número 3

Sem eu sequer imaginar, meu amigo estava no mesmo Ônibus do Terror e viu a cena inteira. Fiquei sabendo disso às 11 da noite:

Dani: Por que tu não me chamou?
Amigo: Ahan... Na última vez que um cara te chamou no ônibus, tu disse “não lembro da tua cara.” Te chamar no ônibus pode ser uma coisa meio perigoso pra quem chama... vai que tu resolveu andar armada daquele dia pra cá...

Bizarrice número 4

Apresentação de um trabalho suuuuuper importante na faculdade sobre indicadores financeiros de qualquer empresa à escolha do grupo. Escolhi a empresa do meu tio. Tudo corria bem, até que, no final do trabalho, o professor pergunta “Quantos anos tem essa empresa?”. Dani, cérebro de miojo, responde, sem pestanejar: “Não faço a menor idéia... ahn, er... Acho que ela foi fundada em 85”. MENTIIIIIIIIIIIIRA!

Bizarrice número 5

As apresentações dos trabalhos continuavam. Um dos grupos formado por um moço rastafári vestindo a camisa do Grêmio e outro moço parecido com aquele pai que encolheu as crianças, explica os indicadores financeiros da empresa X. Nisso, o moço do rastafári gremista, interrompe o colega e diz que precisa fazer uma pequena observação. O outro pára de falar e todos prestam atenção ao rastafári, que ergue os braços e grita: “É-CAM-PE-ÃO!!”, ato contínuo, assume uma postura seríssima e diz: “Ok, sem mais delongas, podemos observar a margem líquida da empresa que foi de....”. Olhei em volta. Todos estavam com aquela expressão de “QUEIIIIIISSO????”, exceto o colega dele, cuja cara era de pavor genuíno. Dei uma risadinha e uns dois ou três, por educação, riram também. Perdi a reação do professor por causa do espanto. Troféu “Vergonha pela Pessoa” para o gremista rastafári...

Bizarrice número 6

22:00h. A apresentação dos malditos trabalhos continuavam. Professor entediado, no máximo 7 alunos na sala (turma de 52 alunos, pra lembrar), então o coitado praticamente implora para os quatro últimos grupos deixarem a apresentação para a próxima aula. NANANINA! Dizem os grupos restantes. QUERO APRESENTAR ESSA DROGA HOJE! Alternativa encontrada pelo professor: “Ok, então. Me passem os nomes de vocês que ainda faltam apresentar. Vou dispensar vocês da apresentação.” . QUE?????? Sim, com todo o trabalho que eu e todos os outros 20 grupos que apresentaram tivemos, o professor simplesmente dispensou os quatro últimos porque estava COM PREGUIÇA de assistir o resto! ASIFUDÊ! Saí da sala fula e fui comprar uma água para ajudar a engolir a irritação. Enquanto esperava o troco da água, ouvi: “AEEEE, MERRRRMÃO! QUANTO TEMPO?”, era o sr. Vou-morrer-de-tédio-aqui, que também atende por “meu professor”, passando pelo bar, berrando no celular, na maior animação. GRRRRRRR...

Bizarrice número 7

Ainda meio p da cara, mas contente porque agora pelo menos tinha meio litro de água mineral e dois canudinhos verde e branco para abrandar o calorão, fui pra parada pegar o ônibus. Primeiro, estranhei, porque só tinha eu na tal parada, mas tô nem aí, né? Continuei esperando... Nisso, quem aparece?! SIIIIIIM! O Bláblábláel. Ai, saco... Chegou todo faceiro, dizendo que a parada tinha mudado de lugar, agradeci e comecei a andar até onde estava a parada nova. Sem se tocar que eu não queria papo, foi andando junto comigo. Perguntou se eu lembrava que ele tinha falado comigo no ônibus, perguntou se eu lembrava da fulana, do sicrano e perguntou pela 2315846º vez se eu realmente não lembrava dele... Não! Não! Não! Vai pra casa, droga! E na hora de entrar no ônibus então? Ficou esperando pra ver se eu ia passar pra frente ou ia ficar atrás da roleta. Não tive dúvidas, fingi que ia ficar. Ele sentou num dos bancos de trás e eu pimba! Pulei pra frente. Rá!

Bizarrice número 8

Cheguei em casa e contei pra minha mãe as bizarrices do dia, disse que ia comer alguma coisa e dormir, pra não acontecer mais nada esquisito.

Eu: Tem alguma coisa pra eu comer?
Mãe: Tem bolo, pastel...
Eu:...?
Eu:...???
Eu: (correndo pra abraçar ela) Aaaaai... Feliz Aniversário, mãezinha!

Sim, pra completar, eu esqueci completamente que era aniversário da minha mãe... Saco! Agora eu vou dormir, mesmo. Ainda bem que esse dia terminou.

Epa! Ô! Volta aqui! E a declaração????

Pffff... Fica pra quinta, prometo. Vou ter que pensar nisso amanhã e dar um jeito de consertar a asneira.

27 novembro, 2005

O celular novo da prima me dá meeeeedo

Faz café turco, cultiva papoulas do Himalaia e projeta uma nave interespacial em 40s. Ah! Precisa ter PhD em física quântica avançada pra mexer no aparelhinho. Saudade daquele Nokia 5120 que eu tive: Fazia chamadas, recebia chamadas e tinha até uma calculadorazinha...

25 novembro, 2005

Por essas e outras ele é ex, né?

Descobri que o meu ex fala "Gâgal" em vez de Google. O mundo é um lugar muito peculiar, de fato...

"Do céu não cai nada além de chuva e avião sem gasolina”.

Atchim!

Acho que tô com alergia a msn... Cuidado que pega!


A propósito...

No meu tempo não existia XBox, nem Kiwi e nem a expressão "de boa". E eu era uma criança feliz, feliz...

Tá bom, tá bom! Tô indo! Ô gente mais mal humorada, viu? : (


Ninguém me convence de que isso é uma fruta...

Fetter, grande Fetter!

“Tudo é relativo. Para a minhoca, por exemplo, é mais relaxante cavar na terra dura do que ir pra uma pescaria”.

24 novembro, 2005

Paranóia minha? Rá!

O Orkut me odeia, o Google tá zoando com a minha cara, o MSN não quer mais falar comigo...

E o Windows??? Ah, o Windows (Grrrrrrrr!).

21 novembro, 2005


Pasmem comigo!

Recado do Bláblábláel nos meus scraps do Orkut:

“Nos encontramos aquele dia no ônibus. Muito bom te reencontrar!”

Primeiro erro: Eu não encontrei ninguém. Quem me encontrou foi ele.
Segundo erro: Não teve NADA de bom.
Terceiro erro: Eu disse muito claramente, em bom português: “Não lembro de você”. Então NÃO foi um reencontro! Preciso ser mais explícita?

Agora, ajudem a mocinha loira:

( ) O mundo é um circo e eu tô no lugar errado.
( ) Não tomei Prozac o suficiente para agüentar esse tipo de coisa.
( ) Já paguei todos os meus pecados e vou pro céu até se abrir fogo contra uma creche.

( ) Todas as alternativas acima.

Alguém me empresta um pouquinho?

Bibiiiiiiii

"Rendam-se, terráqueos" - Gui* (sim, é com vc mesmo) dirigindo o carro novo.

Capitalista do inferno! Capacho do império Audi!


Tá bom, tá bom. Sem comentários adicionais...

14 novembro, 2005

Das coisas esquisitas no msn...

Dani: Onde é que vc tá?
Palhaço: blábláblá
Dani: Uau!
Dani: E tá conseguindo me ver de tão longe?
Palhaço: blábláblá???
Dani: Tá ou não tá?
Palhaço: blábláblá claro que não...
Dani: Bom, então eu vou te dar uma ajudinha:
Dani: Não tá escrito IDIOTA na minha testa. Mas na tua deve estar e provavelmente em neon roxo, pra eu conseguir ver daqui...

Vô ti contá..

Bom dia, Dia!!

Estava pensando no meu ex-chefe e na sua capacidade de me deixar inconformada nas primeiras horas da manhã de segunda a sábado. Ele chegava na empresa quieto e macambúzio (essa palavra só passou a fazer sentido pra mim depois que eu conheci o tal chefe). A flor de delicadeza nunca dava bom dia pra ninguém. Se algum desavisado chegasse flanando pelo setor e desejasse um bom dia ao moço, ele respondia, sem hesitar: “Bom dia pra quem?”. Eita! O desavisado fechava a boca e passava a acreditar que, talvez, o dia não estivesse tão bom assim, mesmo. Claro que com o chefe dele, a coisa mudava de alhos pra bugalhos. A má educação terminava onde começava a vontade de manter o emprego, claro.Na outra empresa, não era muito diferente. Sabe aqueles lugares em que o “bom dia” trava na sua boca e não sai de jeito nenhum? Pois é. Eu tinha um medão de desejar um bom dia naquela empresa e ser expulsa da sala abaixo de uma chuva de monitores, teclados e grampeadores... A coisa era punk, mesmo. Isso tudo porque, no meu ponto de vista, não há trabalho demais, mau humor de mais e nem contas a pagar demais que justifiquem a má-vontade em responder a um cumprimento tão legal de se ouvir. Nesses momentos, a educação de mamãe falava mais alto e eu dizia em alto e bom som: “Bom dia!”, aí ouvia uns “argh... casp...glup”, me dava por feliz e me acomodava na minha cadeira. Quantas vezes eu me imaginei chegando na empresa e substituindo o “Bom dia” por qualquer outra coisa, tipo, “Atropelei um alce albino!” ou “Quem pegou o meu Lexotan, porra?!”. Não tive a oportunidade de levar a idéia a cabo, mas imagino que a resposta não teria ido muito além de “argh...casp...glup” e um ou dois olhares espantados.

Onipresença

Existe apenas UM bebê aqui em casa e ele tem 5 meses, muito novinho, portanto, pra sair espalhando as suas coisinhas por aí, mas para todo o lugar que eu olhe, encontro alguma coisa dele! Tem como esquecer que existe um novo habitante na minha casa e no meu coração ao ver um sapatinho em forma de gato dividindo espaço com os livros de PHP?

Agora, por exemplo, eu estou escrevendo isso enquanto um hipopótamo azul de plástico cheio de bolinhas coloridas me encara de cima da cômoda.

Opa! Ei! Como é que você veio para aqui, hein, coisinha azul???

13 novembro, 2005


Sinistro? Ô!!

O cara do DDD* (assim mesmo, sem letra maiúscula para não dignificar) sofreu uma mutação e se transformou no Tio Chico. Família Addams, got it?

12 novembro, 2005

Fassemos qualquerrrr negôcio!

Branquelo: é 30,00 pilas
Branquelo: tava brincando contigo...hehehe
Dani: sei sei
Dani: brincando vc vai tirando os parcos reais dessa mocinha aqui
Branquelo: Tadinha...
Branquelo: hehehe
Dani: tirando os meus poucos reais
Branquelo: Não sou eu quem cobra aluguel do próprio pai!
Branquelo: rsrs
Branquelo: mercenária!!

11 novembro, 2005

Da série “Eu quero que o Orkut se exploda”

Nos meus scraps:
“Oi linda... Naum ker me mandar umas fotos em poses sensuaes?”

Resposta:
“Fulano, em site de p*taria vc consegue isso de graça! E nem precisa passar a vergonha de pedir permissão pra moça! “

10 novembro, 2005

Um desintegrador de átomos ou um amassador de alhos elétrico?

Minha mãe chega em casa trazendo, a pé, um aparelho que pesa mais ou menos 5 kg.

Dani (Olha o tal aparelho por todos os ângulos, mas acaba desistindo): Mãe, que que é isso?
Mãe: Não sei...
Dani: Mas de quem é?
Mãe: Meu.

Dani: Ok... Vamos ligar?

Da série "Juro que vi!"

Calor. Muito calor. Caixa eletrônico. Extrato. Saldo encostando no vermelho.

Dani saindo do banco, cara nunca-vi-mais-gordo entrando.
cara nunca-vi-mais-gordo: Oi...
Dani olha com a sua cara mais “???” e passa reto.
cara nunca-vi-mais-gordo: Sexo nem pensar, né?

Dani olha pro céu e reclama com Deus em voz alta: Tá de sacanagem comigo hoje, não tá? Hein? Hein?!

09 novembro, 2005

Pra não dizer que não falei das flores...

Nádia Flores é uma floricultura daqui.
Te peguei, né tio Chico? ; )
E essa foi BEM fraquinha...

Eu sempre quis triturar um buquê no liquidificador e enviar de volta...
Aaaaah, que pena. Fica pra próxima. Fazêoquê?

08 novembro, 2005

O Mau não tinha um botão de off... Mas agora TEM!

Como diriam os tios do Ramones:

"I BE-LIEVE IN MIRACLES!!!!!"

07 novembro, 2005

Senta e espera...

Pra encher o meu saco é na segunda porta à esquerda. E tem fila, colega.

O próximo, por favor...

A genética explica essas coisas, tá? (Espero...)

Mãe: E aí?
Dani: Aí a gente coloca um peixe dentro da caixa e fecha a boca dele com um anzol, né?

Mãe (pensativa): É...

"Então me diiiiiiiiz..."

E quando eu já acreditava que a versão em português de "Holyday", da Madonna, seria o pior massacre para os meus ouvidos, aparece isso... E na novela! Credo, dona Simone!

05 novembro, 2005

Ão ão ão...

E o Grêmio, hein? Hein? Ai, ai...

Nada a ver, mas...

E o futuro preparador físico do Inter, hein? Hein? Ai, ai...

04 novembro, 2005

Estilo duvidoso + muito $$$$ = ARGH!!!

"Compraram todo o estoque mundial de neon roxo e de pele de onça." - Filipe

:(

E o Jamanta (realmente) não morreu... Damn it!

Para quando o Pulitzer chegar

Cinco palavrinhas para a Pi:

Monografia da Pi: Eu fui!

Da série "Eu quero morar no Orkut"

Comunidades

"Eu sou pra casar, mas não quero!"
"Eu atropelo virgens"

"Eu quero Ruffles embalagem 5 kg"

03 novembro, 2005

Bleargh!

Eu até podia estar achando a minha roupa meio esquisita, mas o cara do trator gostou e me chamou de florzinha. Tô falando... Florzinha! Juro...

Pra tudo tem remédio, já dizia a minha vó...

Num folheto de propaganda de florais que me caiu nas mãos:

“Fairy Lantern – Combate a imaturidade.”

A propósito:

Fairy Lantern = Lanterna das Fadas

Ó ti bunitinho... argh!

Peralá!

Propaganda de livrinho do tipo “vâmo tocar o pavor no povinho e tentar vender uns dois ou três dessa lorota” colado no ponto do ônibus:

ALERTA!
“Hercólubes ou “o planeta vermelho”
O planeta que vem em direção à terra”
Que o mundo tá cheio de gente esquisita e desocupada que escreva essas coisas não é novidade, mas todo mundo sabe que “planeta vermelho” é o vizinho Marte aqui do lado! Esse tal de Hercólubes que vá catar um apelido só pra ele, caramba! Acusação de plágio nele, homenzinhos verdes!

01 novembro, 2005

Eu, no Ônibus do Horror, às 22:30h, voltando da faculdade...

Cara estranho parado no corredor: Daniela?
Dani: Ahn... é...
Cara estranho: Meu nome é bláblábláel. Fui teu colega no 1° ano...
Dani: ???
Bláblábláel: Lembra de mim?
Dani (cara de “sinto muito”): Ahn... não.
Bláblábláel: Blábláblábláblá, lembra da Blábláblá, do Blábláblá, professor Bláblá?

Ad infinitum...

Resumo: Continuo fazendo a mínima idéia de quem é a figura, mas tudo isso me lembrou uma frase do Guigo: “Dani, tu é um imã de gente esquisita”.

Eu, no Ônibus do Horror às 21h, indo pra faculdade...

Dani, pensando: Droga, vou chegar atrasada. O professor não vai mais estar lá e eu não vou poder entregar o trabalho e eu vou rodar e...

Velhinha sentada do meu lado: Droga! Vou perder a surra da Creusa na novela!

Um viva deeeeeeeeesse tamanho às idiossincrasias.