26 outubro, 2008

Eufemismos, superlativos, etc...

Depois de ver um outdoor mais ou menos assim na freeway:

"Iogurte Funcional X
Livra você dos congestionamentos"

Fiquei pensando em quantas metáforas idiotas e/ou infelizes ainda vão inventar para "defecar".

19 outubro, 2008

(Nem deu tempo de fotografar)

No sábado, resolvi matar o que estava me matando.

Namorado comprou duas barras de chocolate branco e uma caixinha de morangos cheirosos que só. E o que saiu disso? Uma mousse de chocolate branco com calda de morangos, course. Pena que não deu pra tirar uma foto pra vocês conferirem a cor ESCARLÁTICA (oi, eu invento palavras) da calda de morangos... A receita em si saiu dos cafundós da minha cabeça, porque achei que morangos e chocolate branco seria uma combinação infalível. Não anotei nada, mas confio na memória pra passar a receita pra quem quiser se aventurar.

Mousse de chocolate branco com calda de morangos

Mousse

2 barras de chocolate branco (vá na sua marca preferida, o ideal seria uma marca com pouca ou nenhuma quantidade de gordura hidrogenada, ok?)

1 lata de creme de leite

3 claras

Calda de morangos

300g de morangos (orgânicos? Manda bala!)
2 colheres de sopa de açúcar
150 ml de água
2 colheres de sopa de cachaça ou vodka

Pique o chocolate em pedaços e derreta em banho-maria. Caso não domine a arte, apele para o microondas: Um minuto já é o suficiente, pois os pedacinhos rebeldes que restarem serão derretidos ao misturar. Junte o creme de leite e mexa com vontade usando um fouet. Reserve. Bata as três claras em neve e junte delicadamente ao creme de chocolate. Leve à geladeira.

Para preparar a calda, pique os morangos e leve ao fogo com a água e o açúcar. Quando começar a ferver, retire a espuma que se formar e junte a cachaça. Quando a mistura tomar a forma de uma calda mais espessa, com alguns pedacinhos de morango ainda não completamente desmanchados, é hora de tirar do fogo e deixar esfriar. Quando estiver fria, derrame a calda sobre a mousse.

Além de saborosa, o visual da sobremesa é lindo. Vai por mim!

13 outubro, 2008

Hábitos porto-alegrenses dos quais eu tinha me livrado - Parte II


Atravessar a rua é uma coisa relativamente simples. Faixa de segurança, olhar atentamente para os dois lados e coisa e tal. A maior parte do mundo não ousa e faz isso:

Atravessando na faixa

Porto-alegrenses, ousados que são, fazem isso:

Atravessando a faixa


11 outubro, 2008

Hábitos porto-alegrenses dos quais eu tinha me livrado - Parte I

Nas paradas de ônibus e nas estações de trem as pessoas ficam organizadas mais ou menos dessa forma:


Daí quando chega o trem ou o ônibus, elas se jogam umas sobre as outras, mais ou menos assim:

Qualquer pessoa que tente de alguma forma organizar a bagaça é desencorajada da seguinte forma:


E assim a vida segue na capital dos gaúchos.

05 outubro, 2008

Tumbalacatumba

Passei um tempo sem escrever meus loooongos posts. Nesse meio tempo a Sandy casou e passou o trono de virgem da tv pra Maysa ou pra sobrinha da Gretchen, conforme a definição de virgem vigente. Nos pampas, fez frio, fez calor, fez frio de novo, muito calor e agora chove e venta pra caramba. Juro que eu não podia ter nascido em outro lugar. Ouvi pela primeira vez minha sobrinha me chamar de "Dani" e ela falou tão direitinho que estou até agora toda derretida ali no chão da cozinha. Levei meu sobrinho no banheiro do hipermercado e quando ele soltou um "Que lugar bacana!" lembrei do quanto eu me divertia apenas entrando na Mesbla para olhar as bonecas e sentir aquele cheiro inconfundível de brinquedo novo, mesmo que não fosse levar nada pra casa. Nesse meio tempo eu me dei conta de que se existe alguém que seja mais do que apenas nós, esse alguém gosta de mim um bocado. Também ensinei a irmã a jogar Counter Strike, nos demos uns tiros e rimos bastante. Nesse meio tempo tirei a maior das preocupações dos meus ombros, estou descarregando as menores aos poucos e perdi alguns quilos. Conheci pessoas legais, pessoas não tão legais e pessoas que fazem uma força enorme para não deixarem ninguém ver o quanto elas são legais. O problema é que aquele brilho nos olhos de quem tem a alma boa é a única coisa no mundo que não se pode disfarçar de jeito nenhum. Fiz algumas experiências no fogão, uns biscoitinhos perfumados, inclusive. Me entreguei ao balanço do ônibus e, por um segundo, me deixei levar pelo tempo e pela distância, que são os mestres da ilusão. Nesse meio tempo em que deixei o blog às moscas, vivi a vida que queria ter vivido há anos, pisei em folhas secas só pelo barulhinho, andei com a maior calma do mundo, com a maior pressa do mundo, torci o pé por causa do salto, quis correr por causa do tênis, bebi dois martinis com cereja junto do meu amor, percebi que fico muito bem vestindo "cores comestíveis", descobri uma função que me agrada, uma forma de me encontrar dentro da minha profissão e, quem sabe, nesse meio tempo cheio de silêncio, meu caminho tenha se revelado um pouquinho mais pra mim.

24 setembro, 2008

Vontade de contar taaaaanta côsa.

13 setembro, 2008

OMG!


Alguém sabe me dizer exatamente o quê raios significa essa auréola em volta da Sandiléa? Parece montagem cafona de Photoshop.

10 setembro, 2008

O andar da carruagem

Fui a duas entrevistas essa semana. Na primeira delas quase desisti antes mesmo de ir, quando o ônibus que me levaria até lá passou lotado e o outro que peguei por pouquíssimo não atropelou um casal de moto. Mas não tem nem como interpretar como um sinal, já que não é nenhuma chuva de sapos.

Cheguei lá e a recepcionista pediu que eu preenchesse uma ficha. Pode ser frescura minha (e provavelmente é) mas acho de um descaso isso de preencher ficha. Tipo, você mandou seu currículo, ele teoricamente foi avaliado e só assim te chamaram pra entrevista, então como se explica chegar lá e ter que preencher uma ficha com seu nome, endereço, cursos, conhecimentos, se todos esses dados estão lá à mão do entrevistador, bastando que ele apenas imprima o currículo que você mandou? As pessoas são tão pouco práticas às vezes...

Então, a remuneração era aquilo que constava na descrição da vaga mais alguns extras conforme algumas metas. O que não dizia na vaga era que a empresa trabalhava dois sábados por mês. Aqui cabe um parênteses:

(Já tive a experiência de precisar trabalhar TODOS os finais de semana, inclusive domingos, e posso dizer que não é uma boa pra quem vive a rotina trabalhar/estudar. Alguma coisa vai sair errado: Ou você vai acabar se desmotivando com a empresa ou suas notas vão ir de mal a pior. Os finais de semana são essenciais pra colocar os estudos em dia, os trabalhos e as milhões de coisas que um curso como o meu exige, o que obviamente não se consegue fazer durante a semana.)

Por esses motivos, e por alguns outros que não convém citar, já que são totalmente subjetivos, leia-se: só fazem sentido no contexto confuso dos meus pensamentos, fica meio óbvio que não me encantei instantaneamente com a empresa.

No dia seguinte, já tinha agendado uma entrevista no lugar onde um colega de faculdade trabalha. Quatro horas por dia, ótima remuneração. Trabalhar das 14h às 18h e de lá ir pra faculdade, ficando as manhãs livres pra estudar, começar academia, talvez, e dormir até um pouquinho mais tarde (course). Desci do ônibus e, meio perdida, resolvi perguntar a um senhor que estava atravessando a rua como se chegava até o local.

- Só um minutinho que eu já informo pra você. - E foi falar com uma moça.

Você.

Foi aí que eu percebi que o grupo que atravessava a rua estava junto. E era um grupo de turistas. Rárá. De todas as pessoas que eu podia pedir informação, eu pedi a um turista. Mandei bem. Logo, ele voltou com a dica:

- Você segue sempre em frente que vai achar.

- Obrigada. A propósito, sou francesa, tá?

Achei o lugar, fiz a entrevista e fui contratada. Simples assim. Começo amanhã. :)

03 setembro, 2008

Maqueísso?!

Acordei suando, pois fazia uma temperatura de deserto senegalês no quarto.
Levantei, coloquei vestidinho, tomei litros de água, comi frutas. Uma coisa bem verão wannabe.

E agora, às 16:07, O Frio, caras. O Frio. O têrmometro marca 16°C e descendo.
Às vezes me dá um medo dessa terra.

02 setembro, 2008

Expointer.

No final de semana passado, fomos à Expointer.

Pagamos uma nota pro flanelinha, super camarada dos policiais que tomavam conta do entorno do parque. Tomamos um sorvete muito bom (eu fui de chocolate e crocante e não me arrependi), comemos moranguinho com chocolate, porque sair de lá sem experimentar equivale a ir à Itália e não comer massa. Heresia. Mas heresia mesmo é fazer morango com chocolate usando chocolate hidrogenado.

Brochante.

Namorei o churros de longe, porque pela cor, parecia que eles usavam doce de leite de qualidade e também o pão com linguiça que parecia apetitoso, mas foi só uma troca de olhares, já que meu cerebrozinho estava contando as calorias no processamento em segundo plano.

Vimos cavalos enormes, vacas enormes, cavalinhos pequenos e vaquinhas pequenas. Pena que não tinha ninguém por perto pra que eu pudesse esclarecer o porquê de dar nomes tão estapafúrdios aos pobrezinhos. Também fomos ao parque de diversões, onde desloquei o pescoço nesse brinquedo aí, ó:

Danger!

Todos os brinquedos tinham fila, absolutamente todos os lugares que serviam coisas de comer tinham fila. É incrível a sanha dos brasileiros por filas: Bastou que parássemos próximo a um brinquedo que a galera já formou fila atrás da gente.

O Matheus foi em todos os brinquedos que pôde: carrosel (porque é clássico), moto, carrinho de choque com Arno e numa lagarta que parecia inofensiva, mas quase fez o guri levantar vôo. Mas pela cara dele, seria um vôo divertido :)

No mais a faculdade tá me dando banzo esse semestre, My Name is Earl é muito bacana e fiz umas bolachinhas de laranja que são um espetáculo.

P.s.: Quero taaaanto ir pra praia...

25 agosto, 2008

Se você tem alguma coisa muito chata pra fazer no final de semana, a semana passa correndo. O inverso ocorre quando você planeja fazer algo muito legal. Logo, a semana vai se arrastar pra mim.

Como eu gostaria de um pacotinho de jujubas AGORA.

13 agosto, 2008

Mãe Daniela

Enquanto escrevia o texto sobre o meu pé, pensei:

- Hordas de podólotras invadirão esse blog.

Não deu outra.

11 agosto, 2008

Das aventuras de uma dinda

Matheus chega, trazendo uma embalagem plástica de brinquedo amassada nas mãos.

- Ó, Tia Nani, eu fiz um golfinho pra você.

Fofo? Muito.
Chances de alguém tê-lo mandado colocar a embalagem no lixo e ele decidiu resolver o problema de forma alternativa? Altíssimas, se eu bem conheço o meu pequeno.

08 agosto, 2008

E começa meu terceiro semestre na PUC.

Em vez das 4 cadeiras planejadas, me empolguei e acabei matriculada em 5. Sabe como é... sou masoquista adoro desafios...

30 julho, 2008

Pés

Aos seis anos, enquanto ainda frequentava as aulinhas de balé, lembro muito bem da professora elogiando a minha capacidade de conseguir me equilibrar beeeem nas pontinhas dos pés e permanecer assim pelo tempo que ela pedisse. Ou andar assim. Ou correr assim. Ou assobiar e chupar cana assim. Lembro também que, por causa disso, era alvo de chacota de um vizinho meu, pois logo percebi que correndo na ponta dos pés, eu conseguia uma velocidade bem maior do que correndo com o pé todo plantado no chão. Era eu sair correndo, nas brincadeiras de pega-pega e o vizinho se dobrava de rir. Aquele mala.

O tempo passou, eu cresci uns parcos centímetros, mas os pés meio que estacionaram. Calço 34, às vezes 33(!), mas vou vivendo. Certo dia, fui comprar uma sandália numa loja de sapatos num shopping de Porto Alegre. Apontei um modelo na vitrine pro vendedor e ele foi buscar para eu experimentar. Sentei na cadeira, tirei o sapato e... o vendedor olhava pro meu pé embasbacado. Até pensei que tava com chulé, mas ele veio com essa:

- Quer que eu te ajude a calçar?
- Não!

Depois pensei que se você gosta de pés, nada melhor do que trabalhar em lojas de calçados, se você gosta de menininhos, nada melhor do que transformar seu sítio num imenso parque de diversões... enfim, divago.

E a vida ia seguindo seu rumo até o dia em que o dedão do meu pé direito parou de funcionar. Eu dizia:

- Dobra, dedão.

E ele nada.

- Dobra!

E ele lá, me olhando com aquela cara de terreno baldio. Desisti e recorri à autoridade mundial em se tratando de minha saúde e bem-estar:

- Mãe... meu dedão não funciona.
- Vamos ao traumatologista.

No consultório do médico, fui bem clara:

- Seguinte, doutor, meu dedão não funciona.
- Blablabla...
- Já faz quase duas semanas que ele tá dormente, não se mexe, não consigo nem usar chinelo, nem tamanco, porque o dedão simplesmente não consegue nem segurar o chinelo.
- !
- É...
- Hmm... pode ser uma atrofia na espinha, pólio, esclerose.< /House>
- !
- Tem que consultar o neurologista e fazer uma eletroBLABLABLABLAgrafia.
- Dói?
- É meio chato...
- Legal. E dói?
- Dói.

O exame consistia em enfiar agulhas nos meus nervos e dar choques.

No consultório do neurologista, ele me recebeu e logo foi falando aquilo que sempre te dizem quando você vai sofrer:

- É desconfortável, pode ser dolorido, mas quanto mais você estiver relaxada, melhor.
-

Na hora de me entregar os resultados ele disse:

- Tá vendo essa curva do teu pé?
- Ahan.
- Nunca vi uma curva tão ampla. Muito bonito. Você tem pés muito bonitos.
- Concordo.

No fim, não era nada demais. Saí de lá com a certeza de que meu dedão ficaria bom se eu parasse de cruzar as pernas o tempo todo, pois isso fazia com que eu "amassasse" meu nervo e com a comprovação científica de que tinha pés bonitos. Tem uma curva no exame pra provar.

24 julho, 2008

Confort food

Confesso. Troco qualquer croissant, pão de queijo, muffin, bagel, bisnaguinha Seven Boys, petit fours pela combinação perfeita de café com leite e pão francês amanhecido com manteiga, que na falta, até pode ser substituída por Qualy: Confort food, assim como o bolo inglês que acabei de tirar do forno. Pode não ser como quando eu era criança, quando vinha na forma de muffins em forminhas de papel, mas mesmo assim, o perfume de laranja pela casa, o sabor suave e a cor dourada fazem verdadeiros milagres em mim.

21 julho, 2008

Cinema y otras cositas más

No sábado fiz uma torta de maçã e, até que enfim, comprei uma fôrma pra tortas e quiches, de alumínio e dentada. A torta ficou uma maravilha, o recheio de maçãs é uma loucura e tive que me conter para não comer tudo às colheradas. A receita peguei aqui.

Já na sexta-feira tínhamos feito planos de assistir Batman no cinema. Ele, porque simplesmente adora HQs, eu, porque confesso estar curiosíssima a respeito do Coringa do Heth Ledger. No domingo à noite fomos até o Unibanco Arteplex e a fila gigantesca já anunciava: Ingressos esgotados. Fazer o quê? Voltar pra casa? Ná... já que estamos aqui, vamos assistir Hancock, mesmo. E assim foi. Como a sessão demoraria ainda uma hora para começar, passamos no mercado e compramos um potinho de Häagen-Dasz, colheres descartáveis e contrabandeamos descaradamente pra dentro do cinema, o que foi uma péssima idéia, já que vai ser difícil ir ao cinema sem um Häagen-Dasz das próximas vezes, dado o preço um tanto proibitivo. A menos que a gente pegue as sessões durante a semana que são mais baratas e... enfim, divago.

Sobre o filme, só tenho a dizer que poderia ter terminado na metade: Enquanto tínhamos um super-herói desastrado e bêbado tentando ser um cara melhor, o filme foi divertido. Depois, ficou um tanto cansativo. Ouvi comentários semelhantes na saída da sala, mas como a platéia era formada na sua maioria por pessoas que não conseguiram ingresso para assistir Batman (inclusive, quando apareceu o trailer a galera fez "Ahh..."), pode ter sido birra de gente descornada doida pra ver o Coringa.

15 julho, 2008

Fui tão longe.

09 julho, 2008

A ironia brasileira.

Ontem, levando o vô para uma consulta ao oftalmologista, cruzamos com um motoboy. No baú da moto, escrito da forma mais tosca possível, o seguinte:

"Tele-pizza do Senado"


05 julho, 2008

101 coisas em 1001 dias - Review

Não me orgulho muito da minha média, mas a idéia é tão boa que não vou desistir enquanto não cumprir o planejado. Portanto, aí estão as metas que já realizei, ou que estão em vias de:

4. Comprar 10 livros
Dos 10 planejados, comprei dois:"A insustentável leveza do ser", do Milan Kundera e "O buraco da agulha", do Ken Follett.

16. Visitar Cambará do Sul

O guia (do povo lá, porque a gente não precisa de guia pra seguir trilha demarcada, né? Somos wild.) fez as piores piadinhas ÉVAH sobre cair lá de cima. Relato aqui.

23. Assistir Monty Python
Assisti Monty Python em busca do cálice sagrado e tive cólicas de tanto rir. Adorei.

24. Assistir toda a trilogia de O Poderoso Chefão
Assisti ao primeiro, que muitos dizem ser o melhor. Tipo que a cena da morte da Sofia é uma das coisas mais "hãn, morreu?!" do cinema.

29. Conhecer 6 cidades diferentes
Porto Belo, São Francisco de Paula, Cambará do Sul, Igrejinha, Três Coroas. Tainhas conta? Não, né? Então ainda falta 1.

50. Assistir um filme de terror
Assisti quase todos esses de zumbis. Um dia serei macha e assistirei "Brinquedo Assassino", pode esperar.

65. Levar o Matheus ao zoológico

Ele só queria saber dos patos, das tartarugas e dos peixes. Ah, ele também gostou da lhama. Enquanto as outras crianças se escabelavam pelo elefante e pelos leões, o Matheus curtia os bichos mais underground do zôo.

76. Passear no mercado público
Passeei, tomei sorvete naquela banca famosa (apesar de não achar o sorvete lá aquelas coisas. Sou chata pra caramba pra sorvete), comprei feijões e erva-mate, mas preciso descobrir onde é que as coisas acontecem por lá, tipo, onde vende fava de baunilha, azeite trufado, essas coisas... Enfim, divago.

80. Dormir na frente de uma lareira acesa

O barulhinho do fogo crepitando virou um dos meus barulhinhos preferidos, junto com as músicas da Cat Power. E namorado e eu combinamos que podemos morar embaixo da marquise da Casas Bahia, mas teremos sim uma lareira.

82. Visitar uma vinícola

Vinícola devidamente visitada, bebida e comida. Seu Miolo, a gente comeu suas uvas. Pega eu! Relato aqui.

84. Andar de barco

O verde do mar de Santa Catarina é coisa de outro mundo. E sabe aqueles peixinhos de aquário coloridinhos e tal? Tá ligado que eu vi no mar? Nadando entre os meus PÉS? Completamente alienígena. Prontofalei.

85. Tirar uma foto com toda a família


86. Ser aprovada em todas as disciplinas
No sufoco, mas tá indo.

96. Comprar um mp3
Aquele que mantém a minha sanidade dentro do ônibus.

98. Arrumar o computador de vez ou comprar outro
Tenho em mãos (e isso não é força de expressão) um novinho em folha.