Em vez das 4 cadeiras planejadas, me empolguei e acabei matriculada em 5. Sabe como é...
08 agosto, 2008
30 julho, 2008
Pés
Aos seis anos, enquanto ainda frequentava as aulinhas de balé, lembro muito bem da professora elogiando a minha capacidade de conseguir me equilibrar beeeem nas pontinhas dos pés e permanecer assim pelo tempo que ela pedisse. Ou andar assim. Ou correr assim. Ou assobiar e chupar cana assim. Lembro também que, por causa disso, era alvo de chacota de um vizinho meu, pois logo percebi que correndo na ponta dos pés, eu conseguia uma velocidade bem maior do que correndo com o pé todo plantado no chão. Era eu sair correndo, nas brincadeiras de pega-pega e o vizinho se dobrava de rir. Aquele mala.
O tempo passou, eu cresci uns parcos centímetros, mas os pés meio que estacionaram. Calço 34, às vezes 33(!), mas vou vivendo. Certo dia, fui comprar uma sandália numa loja de sapatos num shopping de Porto Alegre. Apontei um modelo na vitrine pro vendedor e ele foi buscar para eu experimentar. Sentei na cadeira, tirei o sapato e... o vendedor olhava pro meu pé embasbacado. Até pensei que tava com chulé, mas ele veio com essa:
- Quer que eu te ajude a calçar?
- Não!
Depois pensei que se você gosta de pés, nada melhor do que trabalhar em lojas de calçados, se você gosta de menininhos, nada melhor do que transformar seu sítio num imenso parque de diversões... enfim, divago.
E a vida ia seguindo seu rumo até o dia em que o dedão do meu pé direito parou de funcionar. Eu dizia:
- Dobra, dedão.
E ele nada.
- Dobra!
E ele lá, me olhando com aquela cara de terreno baldio. Desisti e recorri à autoridade mundial em se tratando de minha saúde e bem-estar:
- Mãe... meu dedão não funciona.
- Vamos ao traumatologista.
No consultório do médico, fui bem clara:
- Seguinte, doutor, meu dedão não funciona.
- Blablabla...
- Já faz quase duas semanas que ele tá dormente, não se mexe, não consigo nem usar chinelo, nem tamanco, porque o dedão simplesmente não consegue nem segurar o chinelo.
- !
- É...
- Hmm... pode ser uma atrofia na espinha, pólio, esclerose.< /House>
- !
- Tem que consultar o neurologista e fazer uma eletroBLABLABLABLAgrafia.
- Dói?
- É meio chato...
- Legal. E dói?
- Dói.
O exame consistia em enfiar agulhas nos meus nervos e dar choques.
No consultório do neurologista, ele me recebeu e logo foi falando aquilo que sempre te dizem quando você vai sofrer:
- É desconfortável, pode ser dolorido, mas quanto mais você estiver relaxada, melhor.
-
Na hora de me entregar os resultados ele disse:
- Tá vendo essa curva do teu pé?
- Ahan.
- Nunca vi uma curva tão ampla. Muito bonito. Você tem pés muito bonitos.
- Concordo.
No fim, não era nada demais. Saí de lá com a certeza de que meu dedão ficaria bom se eu parasse de cruzar as pernas o tempo todo, pois isso fazia com que eu "amassasse" meu nervo e com a comprovação científica de que tinha pés bonitos. Tem uma curva no exame pra provar.
Aos seis anos, enquanto ainda frequentava as aulinhas de balé, lembro muito bem da professora elogiando a minha capacidade de conseguir me equilibrar beeeem nas pontinhas dos pés e permanecer assim pelo tempo que ela pedisse. Ou andar assim. Ou correr assim. Ou assobiar e chupar cana assim. Lembro também que, por causa disso, era alvo de chacota de um vizinho meu, pois logo percebi que correndo na ponta dos pés, eu conseguia uma velocidade bem maior do que correndo com o pé todo plantado no chão. Era eu sair correndo, nas brincadeiras de pega-pega e o vizinho se dobrava de rir. Aquele mala.
O tempo passou, eu cresci uns parcos centímetros, mas os pés meio que estacionaram. Calço 34, às vezes 33(!), mas vou vivendo. Certo dia, fui comprar uma sandália numa loja de sapatos num shopping de Porto Alegre. Apontei um modelo na vitrine pro vendedor e ele foi buscar para eu experimentar. Sentei na cadeira, tirei o sapato e... o vendedor olhava pro meu pé embasbacado. Até pensei que tava com chulé, mas ele veio com essa:
- Quer que eu te ajude a calçar?
- Não!
Depois pensei que se você gosta de pés, nada melhor do que trabalhar em lojas de calçados, se você gosta de menininhos, nada melhor do que transformar seu sítio num imenso parque de diversões... enfim, divago.
E a vida ia seguindo seu rumo até o dia em que o dedão do meu pé direito parou de funcionar. Eu dizia:
- Dobra, dedão.
E ele nada.
- Dobra!
E ele lá, me olhando com aquela cara de terreno baldio. Desisti e recorri à autoridade mundial em se tratando de minha saúde e bem-estar:
- Mãe... meu dedão não funciona.
- Vamos ao traumatologista.
No consultório do médico, fui bem clara:
- Seguinte, doutor, meu dedão não funciona.
- Blablabla...
- Já faz quase duas semanas que ele tá dormente, não se mexe, não consigo nem usar chinelo, nem tamanco, porque o dedão simplesmente não consegue nem segurar o chinelo.
- !
- É...
- Hmm... pode ser uma atrofia na espinha, pólio, esclerose.< /House>
- !
- Tem que consultar o neurologista e fazer uma eletroBLABLABLABLAgrafia.
- Dói?
- É meio chato...
- Legal. E dói?
- Dói.
O exame consistia em enfiar agulhas nos meus nervos e dar choques.
No consultório do neurologista, ele me recebeu e logo foi falando aquilo que sempre te dizem quando você vai sofrer:
- É desconfortável, pode ser dolorido, mas quanto mais você estiver relaxada, melhor.
-

Na hora de me entregar os resultados ele disse:
- Tá vendo essa curva do teu pé?
- Ahan.
- Nunca vi uma curva tão ampla. Muito bonito. Você tem pés muito bonitos.
No fim, não era nada demais. Saí de lá com a certeza de que meu dedão ficaria bom se eu parasse de cruzar as pernas o tempo todo, pois isso fazia com que eu "amassasse" meu nervo e com a comprovação científica de que tinha pés bonitos. Tem uma curva no exame pra provar.
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Dani
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15:25
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24 julho, 2008
Confort food
Confesso. Troco qualquer croissant, pão de queijo, muffin, bagel, bisnaguinha Seven Boys, petit fours pela combinação perfeita de café com leite e pão francês amanhecido com manteiga, que na falta, até pode ser substituída por Qualy: Confort food, assim como o bolo inglês que acabei de tirar do forno. Pode não ser como quando eu era criança, quando vinha na forma de muffins em forminhas de papel, mas mesmo assim, o perfume de laranja pela casa, o sabor suave e a cor dourada fazem verdadeiros milagres em mim.
Confesso. Troco qualquer croissant, pão de queijo, muffin, bagel, bisnaguinha Seven Boys, petit fours pela combinação perfeita de café com leite e pão francês amanhecido com manteiga, que na falta, até pode ser substituída por Qualy: Confort food, assim como o bolo inglês que acabei de tirar do forno. Pode não ser como quando eu era criança, quando vinha na forma de muffins em forminhas de papel, mas mesmo assim, o perfume de laranja pela casa, o sabor suave e a cor dourada fazem verdadeiros milagres em mim.
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Dani
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21 julho, 2008
Cinema y otras cositas más
No sábado fiz uma torta de maçã e, até que enfim, comprei uma fôrma pra tortas e quiches, de alumínio e dentada. A torta ficou uma maravilha, o recheio de maçãs é uma loucura e tive que me conter para não comer tudo às colheradas. A receita peguei aqui.
Já na sexta-feira tínhamos feito planos de assistir Batman no cinema. Ele, porque simplesmente adora HQs, eu, porque confesso estar curiosíssima a respeito do Coringa do Heth Ledger. No domingo à noite fomos até o Unibanco Arteplex e a fila gigantesca já anunciava: Ingressos esgotados. Fazer o quê? Voltar pra casa? Ná... já que estamos aqui, vamos assistir Hancock, mesmo. E assim foi. Como a sessão demoraria ainda uma hora para começar, passamos no mercado e compramos um potinho de Häagen-Dasz, colheres descartáveis e contrabandeamos descaradamente pra dentro do cinema, o que foi uma péssima idéia, já que vai ser difícil ir ao cinema sem um Häagen-Dasz das próximas vezes, dado o preço um tanto proibitivo. A menos que a gente pegue as sessões durante a semana que são mais baratas e... enfim, divago.
Sobre o filme, só tenho a dizer que poderia ter terminado na metade: Enquanto tínhamos um super-herói desastrado e bêbado tentando ser um cara melhor, o filme foi divertido. Depois, ficou um tanto cansativo. Ouvi comentários semelhantes na saída da sala, mas como a platéia era formada na sua maioria por pessoas que não conseguiram ingresso para assistir Batman (inclusive, quando apareceu o trailer a galera fez "Ahh..."), pode ter sido birra de gente descornada doida pra ver o Coringa.
No sábado fiz uma torta de maçã e, até que enfim, comprei uma fôrma pra tortas e quiches, de alumínio e dentada. A torta ficou uma maravilha, o recheio de maçãs é uma loucura e tive que me conter para não comer tudo às colheradas. A receita peguei aqui.
Já na sexta-feira tínhamos feito planos de assistir Batman no cinema. Ele, porque simplesmente adora HQs, eu, porque confesso estar curiosíssima a respeito do Coringa do Heth Ledger. No domingo à noite fomos até o Unibanco Arteplex e a fila gigantesca já anunciava: Ingressos esgotados. Fazer o quê? Voltar pra casa? Ná... já que estamos aqui, vamos assistir Hancock, mesmo. E assim foi. Como a sessão demoraria ainda uma hora para começar, passamos no mercado e compramos um potinho de Häagen-Dasz, colheres descartáveis e contrabandeamos descaradamente pra dentro do cinema, o que foi uma péssima idéia, já que vai ser difícil ir ao cinema sem um Häagen-Dasz das próximas vezes, dado o preço um tanto proibitivo. A menos que a gente pegue as sessões durante a semana que são mais baratas e... enfim, divago.
Sobre o filme, só tenho a dizer que poderia ter terminado na metade: Enquanto tínhamos um super-herói desastrado e bêbado tentando ser um cara melhor, o filme foi divertido. Depois, ficou um tanto cansativo. Ouvi comentários semelhantes na saída da sala, mas como a platéia era formada na sua maioria por pessoas que não conseguiram ingresso para assistir Batman (inclusive, quando apareceu o trailer a galera fez "Ahh..."), pode ter sido birra de gente descornada doida pra ver o Coringa.
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Dani
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15 julho, 2008
09 julho, 2008
A ironia brasileira.
Ontem, levando o vô para uma consulta ao oftalmologista, cruzamos com um motoboy. No baú da moto, escrito da forma mais tosca possível, o seguinte:
Ontem, levando o vô para uma consulta ao oftalmologista, cruzamos com um motoboy. No baú da moto, escrito da forma mais tosca possível, o seguinte:
"Tele-pizza do Senado"
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Dani
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05 julho, 2008
101 coisas em 1001 dias - Review
Não me orgulho muito da minha média, mas a idéia é tão boa que não vou desistir enquanto não cumprir o planejado. Portanto, aí estão as metas que já realizei, ou que estão em vias de:
4. Comprar 10 livros
Dos 10 planejados, comprei dois:"A insustentável leveza do ser", do Milan Kundera e "O buraco da agulha", do Ken Follett.
16. Visitar Cambará do Sul
O guia (do povo lá, porque a gente não precisa de guia pra seguir trilha demarcada, né? Somos wild.) fez as piores piadinhas ÉVAH sobre cair lá de cima. Relato aqui.
23. Assistir Monty Python
Assisti Monty Python em busca do cálice sagrado e tive cólicas de tanto rir. Adorei.
24. Assistir toda a trilogia de O Poderoso Chefão
Assisti ao primeiro, que muitos dizem ser o melhor. Tipo que a cena da morte da Sofia é uma das coisas mais "hãn, morreu?!" do cinema.
29. Conhecer 6 cidades diferentes
Porto Belo, São Francisco de Paula, Cambará do Sul, Igrejinha, Três Coroas. Tainhas conta? Não, né? Então ainda falta 1.
50. Assistir um filme de terror
Assisti quase todos esses de zumbis. Um dia serei macha e assistirei "Brinquedo Assassino", pode esperar.
65. Levar o Matheus ao zoológico
Ele só queria saber dos patos, das tartarugas e dos peixes. Ah, ele também gostou da lhama. Enquanto as outras crianças se escabelavam pelo elefante e pelos leões, o Matheus curtia os bichos mais underground do zôo.
76. Passear no mercado público
Passeei, tomei sorvete naquela banca famosa (apesar de não achar o sorvete lá aquelas coisas. Sou chata pra caramba pra sorvete), comprei feijões e erva-mate, mas preciso descobrir onde é que as coisas acontecem por lá, tipo, onde vende fava de baunilha, azeite trufado, essas coisas... Enfim, divago.
80. Dormir na frente de uma lareira acesa
O barulhinho do fogo crepitando virou um dos meus barulhinhos preferidos, junto com as músicas da Cat Power. E namorado e eu combinamos que podemos morar embaixo da marquise da Casas Bahia, mas teremos sim uma lareira.
82. Visitar uma vinícola
Vinícola devidamente visitada, bebida e comida. Seu Miolo, a gente comeu suas uvas. Pega eu! Relato aqui.
84. Andar de barco
O verde do mar de Santa Catarina é coisa de outro mundo. E sabe aqueles peixinhos de aquário coloridinhos e tal? Tá ligado que eu vi no mar? Nadando entre os meus PÉS? Completamente alienígena. Prontofalei.
85. Tirar uma foto com toda a família

86. Ser aprovada em todas as disciplinas
No sufoco, mas tá indo.
96. Comprar um mp3
Aquele que mantém a minha sanidade dentro do ônibus.
98. Arrumar o computador de vez ou comprar outro
Tenho em mãos (e isso não é força de expressão) um novinho em folha.
Não me orgulho muito da minha média, mas a idéia é tão boa que não vou desistir enquanto não cumprir o planejado. Portanto, aí estão as metas que já realizei, ou que estão em vias de:
4. Comprar 10 livros
Dos 10 planejados, comprei dois:"A insustentável leveza do ser", do Milan Kundera e "O buraco da agulha", do Ken Follett.
16. Visitar Cambará do Sul
23. Assistir Monty Python
Assisti Monty Python em busca do cálice sagrado e tive cólicas de tanto rir. Adorei.
24. Assistir toda a trilogia de O Poderoso Chefão
Assisti ao primeiro, que muitos dizem ser o melhor. Tipo que a cena da morte da Sofia é uma das coisas mais "hãn, morreu?!" do cinema.
29. Conhecer 6 cidades diferentes
Porto Belo, São Francisco de Paula, Cambará do Sul, Igrejinha, Três Coroas. Tainhas conta? Não, né? Então ainda falta 1.
50. Assistir um filme de terror
Assisti quase todos esses de zumbis. Um dia serei macha e assistirei "Brinquedo Assassino", pode esperar.
65. Levar o Matheus ao zoológico
Ele só queria saber dos patos, das tartarugas e dos peixes. Ah, ele também gostou da lhama. Enquanto as outras crianças se escabelavam pelo elefante e pelos leões, o Matheus curtia os bichos mais underground do zôo.76. Passear no mercado público
Passeei, tomei sorvete naquela banca famosa (apesar de não achar o sorvete lá aquelas coisas. Sou chata pra caramba pra sorvete), comprei feijões e erva-mate, mas preciso descobrir onde é que as coisas acontecem por lá, tipo, onde vende fava de baunilha, azeite trufado, essas coisas... Enfim, divago.
80. Dormir na frente de uma lareira acesa
O barulhinho do fogo crepitando virou um dos meus barulhinhos preferidos, junto com as músicas da Cat Power. E namorado e eu combinamos que podemos morar embaixo da marquise da Casas Bahia, mas teremos sim uma lareira.82. Visitar uma vinícola
84. Andar de barco
85. Tirar uma foto com toda a família

86. Ser aprovada em todas as disciplinas
No sufoco, mas tá indo.
96. Comprar um mp3
Aquele que mantém a minha sanidade dentro do ônibus.
98. Arrumar o computador de vez ou comprar outro
Tenho em mãos (e isso não é força de expressão) um novinho em folha.
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Dani
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04 julho, 2008
Mals ae!
Seja cruel e me diga qual a chance disso acontecer: Precisar de 6.9 pra ser aprovada em uma matéria, fazer a prova e tirar exatamente essa nota. Mas tudo bem, felicíssima com o meu 6.9 soy yo. De todo, fui aprovada em todas as matérias sem precisar de G2. E tirei 8.3 no trabalho da locadora.
No próximo semestre, 4 cadeiras novinhas em folha pra eu me dedicar um pouquinho mais e terminar o ano com certa paz de espírito. E como bem lembrou a Ju, ano que vem já vou estar na metade do curso.
Seja cruel e me diga qual a chance disso acontecer: Precisar de 6.9 pra ser aprovada em uma matéria, fazer a prova e tirar exatamente essa nota. Mas tudo bem, felicíssima com o meu 6.9 soy yo. De todo, fui aprovada em todas as matérias sem precisar de G2. E tirei 8.3 no trabalho da locadora.
No próximo semestre, 4 cadeiras novinhas em folha pra eu me dedicar um pouquinho mais e terminar o ano com certa paz de espírito. E como bem lembrou a Ju, ano que vem já vou estar na metade do curso.
03 julho, 2008
02 julho, 2008
Alguém jogue a toalha branca, peloamor!
Segundo round hoje.
E daí que a professora nem por decreto publica as notas antes de sexta-feira. Não sei vocês, mas eu estou conferindo in loco aquilo que chamam de terrorismo psicológico: Aos pouquinhos o meu auto-controle se esvai pelo ralo.
Logo, logo vou acabar confessando que foi o House quem não me deixou estudar o tantão que eu queria durante o semestre.
Segundo round hoje.
E daí que a professora nem por decreto publica as notas antes de sexta-feira. Não sei vocês, mas eu estou conferindo in loco aquilo que chamam de terrorismo psicológico: Aos pouquinhos o meu auto-controle se esvai pelo ralo.
Logo, logo vou acabar confessando que foi o House quem não me deixou estudar o tantão que eu queria durante o semestre.
29 junho, 2008
28 junho, 2008
Grrrrr!
Estar com fome e não ter opções práticas à mão e nem ingredientes para preparar alguma coisa é uma das únicas coisas capazes de me fazer ficar de mau humor por horas. Uma TPM monstro instantânea.
Estar com fome e não ter opções práticas à mão e nem ingredientes para preparar alguma coisa é uma das únicas coisas capazes de me fazer ficar de mau humor por horas. Uma TPM monstro instantânea.
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Dani
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15:14
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27 junho, 2008
Falta 1 ano para eu precisar começar a usar cremes anti-idade.
Caros, como DEVERIAM saber, no último dia 22 comemorei meu aniversário. Eu comi camarão na moranga no sábado e foi legal. No outro dia a Lu veio aqui pra casa e comemos brownie e pão de provolone com peito de peru e chá, porque somos light, claro. Também ficamos vendo vídeos nonsense no Youtube porque carecíamos de matéria-prima para bons pesadelos.
Observação: Para mim, a face do mal passou a ser representada pelas discípulas do Inri.
Como aniversário é uma data para ganhar presente celebrar a vida e eu, como boa criança de 24 anos que não aceita receber um feliz aniversário sem que esteja devidamente acompanhado de um pacotinho bacana e com lacinho, fiquei bem feliz com meus presentes: Ganhei um par de tênis do meu amor. Lindos, confortáveis, lilazinhos. Uma indireta, claro, nem precisa ter QI com 3 dígitos pra saber disso. Até macacos, se ganhassem tênis, começariam a fazer cooper imediatamente.
Caros, como DEVERIAM saber, no último dia 22 comemorei meu aniversário. Eu comi camarão na moranga no sábado e foi legal. No outro dia a Lu veio aqui pra casa e comemos brownie e pão de provolone com peito de peru e chá, porque somos light, claro. Também ficamos vendo vídeos nonsense no Youtube porque carecíamos de matéria-prima para bons pesadelos.
Observação: Para mim, a face do mal passou a ser representada pelas discípulas do Inri.
Como aniversário é uma data para
Bom, também ganhei, da Luluzita, um belo, prático, esmaltado, aparelho para Fondue. Claro que o objetivo desse presente vai de encontro com o objetivo do tênis e a minha mente entrou em colapso e eu desmaiei, mas pode ser encarado da seguinte forma: Faço muitos fondues, de todos os tipos possíveis, como até explodir, depois calço meus tênis e corro até o Acre para gastar as calorias todas. Pena que ninguém teve a presença de espírito de me dar um cilindro de oxigênio.
Para fechar com chave de ouro, também ganhei um (namorado disse que, por questão de segurança, não posso contar, pois de posse dessa informação você poderia querer me sequestrar ou me obrigar a ouvir a versão mística de Umbrella, com as discípulas do Inri até que eu entregue meu presente fodástico para você. Que é mau.) Mas o presente é bacaníssimo. Fiquem felizes por mim!
Para fechar com chave de ouro, também ganhei um (namorado disse que, por questão de segurança, não posso contar, pois de posse dessa informação você poderia querer me sequestrar ou me obrigar a ouvir a versão mística de Umbrella, com as discípulas do Inri até que eu entregue meu presente fodástico para você. Que é mau.) Mas o presente é bacaníssimo. Fiquem felizes por mim!
22 junho, 2008
20 junho, 2008
Tá todo mundo louco.
Até o meu teclado. Ora escreve mil vezes a mesma letra, ora escreve porra nenhuma, ora o cursor sai correndo.
Descobri que final de semestre na PUC é tipo um teste de sanidade mental. Se você conseguir terminar sem que esteja à beira de uma internação psiquiátrica involuntária, você vence. E não sei se tô indo bem. As pessoas andam reclamando que a minha voz está uns bons decibéis acima do normal. Odeio isso que eu tenho de falar agudo quando estou nervosa/angustiada/ansiosa/whatever.
Meu mp3 tá sem bateria e eu coloquei pra carregar. Porque aguentar aquele ônibus, só estando surda ou dopada. Quer ver que eu vou esquecer dele em casa? Odeio esses apêndices, tipo mp3, pendrive com o trabalho final de Alpro. Queria que tudo fosse implantado em mim de uma vez.
E lá se foi o cursor ³².
Até o meu teclado. Ora escreve mil vezes a mesma letra, ora escreve porra nenhuma, ora o cursor sai correndo.
Descobri que final de semestre na PUC é tipo um teste de sanidade mental. Se você conseguir terminar sem que esteja à beira de uma internação psiquiátrica involuntária, você vence. E não sei se tô indo bem. As pessoas andam reclamando que a minha voz está uns bons decibéis acima do normal. Odeio isso que eu tenho de falar agudo quando estou nervosa/angustiada/ansiosa/whatever.
Meu mp3 tá sem bateria e eu coloquei pra carregar. Porque aguentar aquele ônibus, só estando surda ou dopada. Quer ver que eu vou esquecer dele em casa? Odeio esses apêndices, tipo mp3, pendrive com o trabalho final de Alpro. Queria que tudo fosse implantado em mim de uma vez.
E lá se foi o cursor ³².
18 junho, 2008
Ah, como eu amo dormir!
No calor, nem tanto, porque é horrível acordar suada e enroscada nos lençóis. Bate um bode desgraçado. Mas no frio... ficar encasulada no meio de mil cobertores e edredons, quase sem conseguir respirar tamanho peso em cima do tórax, não tem preço.
Quer dizer, tinha. R$5,76 a hora, pra ser mais exata.
Durante um tempo trabalhei numa multinacional num horário estapafúrdio pra maioria dos mortais: das 17:20h às 02:20 DA MATINA. E ainda tinha dias em que precisava acordar às 06:30h da manhã pra ir pra faculdade. Preciso dizer que isso quebrou, espatifou e queimou até às cinzas o meu relógio biológico?
O drama ficou tão grande que eu vivia de excessos, ou seja,
Inclusive, foi nessa época que vi um disco voador, quase fui atropelada por uma carroça e experimentei coca-cola com guaraná cerebral .

Quando saí do trabalho foi que percebi o tamanho da zona que tinha se instalado. À noite, não conseguia dormir, ficava passando os canais, vendo até "fala que eu te escuto", com seus 752 pastores diferentes, quando os seriados do SBT acabavam e o Intercine estava repetindo pela quinta vez o mesmo filme. Da televisão passava pra internet (ainda bem que a Lu operava nos mesmos horários que eu. Não fosse as nossas conversas no msn, eu teria ido parar no bate-papo do Terra e dali só pra deus-sabe-onde), da internet para os livros e quando ia ver, já eram 5h, 6h. Sorte que nessa época eu ainda não assistia House, senão o céu seria o limite.
E a vida seguia, aos trancos.
Até que o namorado veio morar comigo, os compromissos com faculdade aumentaram exponencialmente, expulsei do quarto a televisão, o Intercine e a Universal, com seus 1248 pastores e fogueiras do Monte Ararat e voltei a dormir nos horários convencionais.
Puts... esse texto me deu sono.
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Dani
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12:54
Marcadores: Cadê o guaraná cerebral?
17 junho, 2008
13 junho, 2008
damn...
Eu estudo no prédio 32 da PUC. O último e isolado, lá perto da Bento. Um esforço para poupar os nerds do convívio com a socedade ou uma tentativa de nos preparar para o ostracismo social característico da classe.
Ponto negativo:
Do prédio 32 ao lugar onde o ônibus para Gravataí estaciona, lá se vão anos-luz de distância e eu preciso atravessar o campus inteiro correndo para pegar o ônibus que me leva pra casa.
Ponto positivo:
Minhas panturrilhas estão ficando duras e a habilidade recém adquirida de me equilibrar nos saltos andando sobre pedregulhos é invejada pelas multidões.
Eu estudo no prédio 32 da PUC. O último e isolado, lá perto da Bento. Um esforço para poupar os nerds do convívio com a socedade ou uma tentativa de nos preparar para o ostracismo social característico da classe.
Ponto negativo:
Do prédio 32 ao lugar onde o ônibus para Gravataí estaciona, lá se vão anos-luz de distância e eu preciso atravessar o campus inteiro correndo para pegar o ônibus que me leva pra casa.
Ponto positivo:
Minhas panturrilhas estão ficando duras e a habilidade recém adquirida de me equilibrar nos saltos andando sobre pedregulhos é invejada pelas multidões.
05 junho, 2008
Querido diário,
Hoje à noite eu vou me enrolar num cachecol largo, preto e misterioso, ignorando a dor, a ardência e as ínguas (céus, até ontem o que eram ínguas?) e assustar o professor com o alien que está saindo de dentro de mim para que ele me dê presença e eu possa voltar pra casa, tomar uma sopa ou qualquer outra coisa que não me obrigue a mastigar, tipo sushi, ostra ou lasanha 4 Queijos da Sadia, e tentar dormir.
Porque a coisa tá feíssima aqui no hemisfério sul do meu rosto, senhores.
Hoje à noite eu vou me enrolar num cachecol largo, preto e misterioso, ignorando a dor, a ardência e as ínguas (céus, até ontem o que eram ínguas?) e assustar o professor com o alien que está saindo de dentro de mim para que ele me dê presença e eu possa voltar pra casa, tomar uma sopa ou qualquer outra coisa que não me obrigue a mastigar, tipo sushi, ostra ou lasanha 4 Queijos da Sadia, e tentar dormir.
Porque a coisa tá feíssima aqui no hemisfério sul do meu rosto, senhores.
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Dani
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04 junho, 2008
Triste.
Balela aquela história de que herpes aparecem quando estamos estressados, com baixa imunidade, ou pegamos sol demais. Nas últimas semanas, passei por uma gripe terrível, mais umas encrencas monstro com um trabalho da faculdade que nem me deixavam dormir em paz (nem eu, nem o namorado). Resumo da ópera: Eu estava em frangalhos, com a imunidade no pé e com o estresse pegando loucamente. Até pensei que uma das malditas fosse aparecer, mas não. Daí acordei ontem e já senti o característico inchaço na boca, e hoje mais dois.
Raiva.
Daí lembrei da Amy Winehouse, com a pele toda cagada, abrindo a porta pros repórteres, dando autógrafos, fazendo show. Corajosa a moça.

Se bem que ela é estrela e todo mundo sabe que estrela faz o que bem entende. Você pode fazer as maiores bizarrices do mundo e ainda vai ter neguinho fazendo vídeo pro Youtube gritando "Leave Britney alooooooone!".
No lugar dela (e no meu), eu só queria saber se as pessoas achariam estranho eu sair por aí com um saco de papel na cabeça. Ou me agradeceriam.
Balela aquela história de que herpes aparecem quando estamos estressados, com baixa imunidade, ou pegamos sol demais. Nas últimas semanas, passei por uma gripe terrível, mais umas encrencas monstro com um trabalho da faculdade que nem me deixavam dormir em paz (nem eu, nem o namorado). Resumo da ópera: Eu estava em frangalhos, com a imunidade no pé e com o estresse pegando loucamente. Até pensei que uma das malditas fosse aparecer, mas não. Daí acordei ontem e já senti o característico inchaço na boca, e hoje mais dois.
Raiva.
Daí lembrei da Amy Winehouse, com a pele toda cagada, abrindo a porta pros repórteres, dando autógrafos, fazendo show. Corajosa a moça.

Se bem que ela é estrela e todo mundo sabe que estrela faz o que bem entende. Você pode fazer as maiores bizarrices do mundo e ainda vai ter neguinho fazendo vídeo pro Youtube gritando "Leave Britney alooooooone!".
No lugar dela (e no meu), eu só queria saber se as pessoas achariam estranho eu sair por aí com um saco de papel na cabeça. Ou me agradeceriam.
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Dani
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